quarta-feira, 30 de janeiro de 2008



"Uma ponte em Paranaguá"

Esta é uma obra baseada em uma foto em que eu apareço, mas é claro que eu não pintei a minha figura (ela era menos importante).

Minha avó paterna costumava passear muito comigo e quando nossa família ia à praia também passávamos pela cidade de Paranaguá para pagar as contas referentes à casa de veraneio (que era no Balneário de Ipanema, ainda sob supervisão da cidade histórica de Paranaguá).

É um tempo que não volta mais, este é um quadro muito melancólico, pois me lembra quando meu avô era vivo. Fazíamos coisas muito legais e hoje nem visito minha avó razoavelmente como ela merecia, acho que ela se sente esquecida e sozinha. Lembro quando eu ia ao litoral com meus amigos e visitava a casa de meus avós sem avisar, meu avô quase chorava de emoção e não sabia como agradecer a visita. Em uma dessas visitas ele ficou tão alegre que me deu um livro que eu queria muito, então fiquei bem mais alegre que ele (era a obra completa de Salvador Dalí).

"Tristeza não tem fim, felicidade sim."

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008



Sem título.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008


"Vênus"
2003
Óleo sobre cartão.

sábado, 5 de janeiro de 2008



"Vênus"

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008



Sem título.

Um dos primeiros quadros que pintei.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

"Narciso"



"Narciso" de Caravaggio.

Mas pintado por mim.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

"Vênus"



"Vênus" 2006

Hoje eu estou um pouco triste e sem vontade alguma. Só sobrou força para estes breves rabiscos.

Há algum tempo , e acho que isso sempre aconteceu, fico olhando o mundo para filtrar coisas que possam ser úteis para mim. Até que senti!

Fui à casa de um amigo muito estreito desde nossa infância e algo muito mesquinho, e que está aumentando em nossa sociedade, aconteceu.

Eu já havia citado antes o declinio de nosso povo e a ascensão às arvores que estamos "sofrendo". Foi bem isso que aconteceu. Fortes indícios de que nós estamos voltando a ser macacos estão por todos os lugares por onde passo.

Ah! Essa falta de vontade que cresce em mim, só sei que ela vai crescer ainda mais, estamos ajudando a fazer isso, eu também sou uma ferramenta dessa merda.

Minha existência não importa mais.

E daí? Existo desde sempre, mesmo antes de minha carne se desenvolver, posso criar teorias como essa de agora.

Mas nada serve.

A força não serve.

A liberdade não serve! E a culpa é dela...

A educação não serve! O professor não serve...

A polícia não serve.

A fraternidade não serve! Se você cohecer um pontagrossense vai saber do que estou falando.

Nem mais meu crânio me serve.

As palavras não servem...

Ainda tenho esperança que a minha cova me sirva.

domingo, 25 de novembro de 2007


Mais um trabalho para "(l) indas e vidas"

sábado, 24 de novembro de 2007

Esta é umas das obras que ilustrou o trabalho "(l) indas e vidas" de Luciano d'Miguel.

"São Jorge"


Este quadro provavelmente vá parar nas mãos de uma amiga minha, pois ela encomendou. Parece um quadro simples, mas analise um pouco e em dê sua opinião.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007



Triste, muito triste e cansado.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Há vida em marte?



Fiquei muito triste por causa da última vez em que li O Pequeno Príncipe.

Aquele garoto tão ingênuo e com tanta facilidade pra deixar sua casa poderia ter conhecido outros lugares,mas não aqui, a nossa suja terra.
Ele é muito triste. Cheio de dúvidas também. Penso no que ele estava pensando quando conheceu o bêbado. Alí ele aprendeu o que era um "Círculo vicioso", e quando conheceu o Rei? Aquilo é o exemplo perfeito dos governantes , podemos dizer, de qualquer lugar aqui na terra.
Esses dias atrás, estava eu em uma fila de um banco e uma senhora de elevada idade perguntou-me onde era o final da fila e respondi-lhe que ela não precisaria enfrentar, pois seria atendida sem delongas e perturbações. A lei garante isso a ela. Um senhor muito irado cortou minha fala ao meio e disse "o final é alí"! Já retruquei instantaneamente que ela não precisaria ir ao final da fila e que se todos pensassem como aquele homem estaríamos em algum tempo nos pendurando em árvores novamente.
"Nós iremos nos pendurar em árvores novamente"! Foi o que pensei quando ouvi uma reportagem sobre uma lei que proibirá os alunos paulistas de usarem celulares em sala de aula. Imagine você, que quando eu, Ramon, chegasse a ver um aluno com um telefone. Logo chamaria a polícia, pois somente ela tem o poder de aplicar a lei, e "resolveria" todo o problema.
Poderei atuar em filme de Stanley Kubrick, jogando um osso para o alto ao som de Strauss.
Ao pequeno Príncipe: - Espero encontrar-te, quando regredirmos e todo o mundo viver em sua selvageria sem que ninguém escreva nada sobre o assunto.